Tuesday, October 27, 2009

24.11.08

Um monte de palavras guardadas por medo de sair por aí. Sinta a inspiraçao... estamos na América Latina, uma a cada 13 minutos. Segundo o dicionário, teria eu a possibilidade de conseguir falar as coisas difíceis com as pessoas que mais gosto? Por que mesmo é tao difícil fazer aquilo que mais se deseja? Aquela atitude entrecortada dos mais vastos sentimentos, os extremos mais que nunca. Um texto como sempre non-sense, escrito em sobes-e-desces, a cortina voando sobre as almofadas, um você jogado sobre elas... só amor, lombeira, bons momentos, filmes em dinamarquês...

Saturday, August 29, 2009

eram olhos vermelhos, cansados, velhos, cheios de ressaca de outros tempos. Agora já não mais o são: são tristes e emburrados e dizem que já não faz sentido a vida. Não sei se entendo ou se me esquivo, e passo com pressa sem perceber o sentido da emoção já esmagado por aquela prisão, que é o velho tédio das rotinas...

Sunday, August 23, 2009

Uma vida cheia de sonhos e histórias fantásticas, era isso que eu queria. Um monte de pôres-de-sol, um a cada minuto. Um monte de gente que acredita; quando, na verdade, não vai tudo melhorar.
São muitas vida que se cruzam nos corredores do shopping. Poucas se encontram, poucos tentam se encontrar. A vida é feita de encontros - e desencontros? - se não há encontro, não há novela, diz a autora da trama.
quanto às compras, às vidas vazias, elas vivem como barcos a flutuar... um monte de baratas tontas que rodam no mesmo terreno por 4, 6, 8 horas, muitas horas, muita energia, muita vontade que se perde na rotina!

Thursday, May 21, 2009

There are places I remember
All my life though some have changed
Some forever not for better
Some have gone and some remain
All these places have their moments
With lovers and friends I still can recall
Some are dead and some are living
In my life I've loved them all

Monday, February 02, 2009

- promete de novo? pediu aquela voz baixinha e arranhada.
Promete que me gosta, que me quer, que vem me ver? Que eu prometo, te conto, sinto a saudade o tempo todo, do seu cheiro, dos seus dedos, do seu sexo.
E tu, que não andas mais por aí, por onde andarás nesta tarde vazia, tão clara e sem fim? Te perdes nos cigarros dos dedos de outras mulheres, nas pernas de outros sabores? Eu me perco, te encontro e te falto. Em que bar, em que cinema te esqueces de mim?
- não prometo nada - respondeu - vai viver com a dúvida - e calou mais um domingo.